quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Paz na Terra...



O desenho acima é uma página dupla de um projeto que iniciei a algum tempo cujo título é PAZ NA TERRA.  É totalmente pintado com tinta acrílica e, como eu desenho em horas vagas, esse projeto anda a passos de tartaruga (até porque tenho dado mais atenção às tirinhas).

A referida página mostra o exato momento do arrebatamento acontecendo em algumas partes do mundo. Sei que algumas denominações cristãs são cépticas com relação ao arrebatamento, mas não podemos incorrer no mesmo erro dos profetas do Antigo Testamento que ficavam confusos com determinados textos bíblicos que revelavam que o Messias iria sofrer e morrer, mas que também triunfaria sobre os seus inimigos. A Sagrada Escritura sempre mostrou duas vindas do Messias simultaneamente como você pode ver estudando textos como Salmo 22, 34.15-16; Isaias 9.6-7, 49.7, 52.14-15 e 61.1-2; Miquéias 5.2,4 e Zacarias 9.9-10. Essas duas vindas estão separadas, até o momento por cerca de dois mil anos.

Agora é importante salientar que a segunda vinda é dividida em no mínimo duas fases: uma, Ele virá até os ares para arrebatar a Sua igreja e levá-la para o céu; noutra, Ele voltará do céu para a terra.

O escritor cristão Willian MacDonald em seu livro Observe a Diferença, explica que a palavra vinda, na linguagem original do Novo Testamento, denota uma chegada e uma presença subsequente.  Assim, quando pensamos na Segunda Vinda de Cristo deveríamos pensar num período de tempo e não unicamente em um evento isolado, escreve ele.

Ele divide o período de tempo da segunda vinda em quatro fases:

1.       Um princípio (o chamado arrebatamento, invisível aos olhos do mundo);

2.       Um curso (inclui o Tribunal de Cristo e a Ceia das Bodas do Cordeiro no céu, enquanto na terra desenvolve-se a tribulação);

3.       Uma manifestação (Seu retorno à terra em poder e glória se manifestando a todos os viventes incluindo o reino milenar de Cristo);

4.       Um clímax (após o milênio quando os céus e a terra que agora conhecemos serão totalmente destruídos antes da introdução do Estado Eterno).